segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A GRANDE TARTARUGA DESPERTOU




Setembro 18, 2017









A tartaruga é o símbolo do conhecimento e da sabedoria.

Existe uma lenda que os sábios antigos escrevem nos cascos das tartarugas toda a sabedoria que passa de geração em geração, sem o risco do conhecimento se perder.

A cada 100 anos as tartarugas emergem do fundo do mar e nelas são recebidos e passados todo o conhecimento e sabedoria milenar através do que está escrito em seus cascos e onde são escritos e renovados os conhecimentos. Depois elas voltam ao fundo do mar por mais 100 anos.

Mas, também, a tartaruga representa a sabedoria guardada e mantida por eras para que, no momento certo, seja trazida a tona. 

Os conhecimentos que foram guardados a milhares de anos estão novamente se ativando devido ao despertar da Nova Era de Luz, por assim dizer. 

É a natureza despertando códigos adormecidos por eras para esse momento de ascensão.

Os povos indígenas chamam de grande alma da natureza.

O grande espírito da tartaruga despertou por esses dias, a sabedoria da natureza. 

E vem cobrar seu lugar.

Aqueles que estão alinhados a Luz estão comemorando.

Aqueles desalinhados as energias da quinta dimensional irão sentir em suas vidas e afazeres esta cobrança.

A natureza sofreu muita interferência neste último ciclo dimensional, muitos elementais foram aprisionados por magos que não trabalhavam para o bem, e ainda continuam em “poder” das suas maldades.

Os vedas tiveram, em certo momento, que se adaptarem aquela existência sem luz à qual conhecemos da 3ª dimensional, puramente para fins de sobrevivência. Por isso, muitos povos começaram a fazer rituais para saldar aqueles que mantinham o poder da escuridão.

Agora, não há mais necessidade de ritualizar qualquer culto à escuridão, mesmo porque não surtem mais efeitos.

O satanás descritos nas escrituras, ou Markud de Nibiru, como também era chamado, já não está entre nós desde o ano de 2015, nem na Terra, e muito menos na 4ª dimensão. Este ser já foi levado para o Sol, o portal de passagem de todas as almas. 

Ficaram na Terra apenas alguns de seus seguidores, conscientes ou inconsciente, mas já não possuem o poder e o apoio de Marduk ( satanás). Por isso, estão cada vez mais fracos e sendo chamados para escolher ficar na Terra ou seguir para outros lugares além do Sol.

É hora do resgate da natureza e o grande espírito da floresta vem cobrar e libertar.

Inconsciente ou não, você passará por isso e será cobrado.











sexta-feira, 15 de setembro de 2017

ESTUDO CIENTÍFICO MOSTRA COMO NEGAMOS NOSSAS IDEIAS PARA SEGUIR O CONFORMISMO DA MAIORIA




Setembro 15, 2017






Todos sabemos que os seres humanos são conformistas naturalmente – nós copiamos a maneira de vestir do outro, maneiras de falar e de atitudes, frequentemente sem raciocinar.. 

Mas exatamente até onde esse conformismo vai? 

Você acha que é possível negar informações inequívocas dos seus próprios sentidos apenas para se conformar com outras pessoas?
Dê uma olhada na figura abaixo:

Compare a linha à esquerda com as três linhas à direita: A, B e C. 

Qual destas três linhas é do mesmo comprimento que a linha solitária à esquerda?



É obviamente a letra C. 

Mas uma experiência de psicologia clássica conduzida na década de 1950, 76% das pessoas negaram seus próprios sentidos pelo menos uma vez, escolhendo A ou B. 

Que tipo de táticas de pressão psicológica fizeram isso?
A coisa fascinante sobre esta experiência foi que seu criador, o renomado psicólogoSolomon Asch, tentou provar exatamente o oposto.



O Experimento




Para testar sua teoria, ele trouxe graduandos do sexo masculino, um de cada vez, para um quarto com oito outras pessoas que se passaram de participantes (Asch, 1951). 

Eles então, mostraram as três linhas, semelhante à figura acima, aos participantes.

Os participantes foram convidados a dizer qual linha – A, B ou C – era o mesmo comprimento que a linha de referência. 

Este procedimento foi repetido 12 vezes com participantes observando variações da figura acima.


O que os participantes não perceberam foi que todas as outras pessoas sentadas ao redor da mesa estavam no jogo

Eram todos confederados, que o experimentador lhes dissera que dessem uma resposta errada

Na metade dos testes os confederados respondiam que era a linha curta(A) a resposta certa, e a outra metade diziam que a resposta certa era a linha mais longa(B).

O verdadeiro participante experimental, que não sabia nada disto, era o sexto a dar sua resposta depois que outros cinco confederados do experimentador deram a resposta errada.



Descobertas Surpreendentes




Os resultados eram fascinantes, e não o que Asch esperava:

- 50% das pessoas deram a mesma resposta errada que os outros em mais da metade dos ensaios. 

- Apenas 25% dos participantes recusaram-se a ser influenciados pelo juízo grosseiramente falso da maioria em todos os 12 julgamentos. 

- 5% se conformaram com a maioria opinião incorreta. 

- Em todos os ensaios, a taxa de conformidade média foi de 33%.



Intrigado por que os participantes tinham ido junto com a maioria, Asch entrevistou-os após a experiência. 

Suas respostas provavelmente são muito familiares para todos nós:

- Todos se sentiram ansiosos, recearam a desaprovação dos outros e tornaram-se auto-conscientes. 
- A maioria explicou que eles viram as linhas de forma diferente que o grupo, mas depois sentiram que o grupo estava correto. 

- Alguns disseram que foram junto com o grupo para evitar se destacar, embora soubessem que o grupo estava errado. 

- Um pequeno número de pessoas realmente disse que viu as linhas da mesma forma que o grupo.


Os resultados deste estudo foram tão surpreendentes que inspirou muitos psicólogos a investigar mais. 

Aqui estão algumas das suas conclusões:

O próprio Asch descobriu que se o participante só tivesse de escrever a sua resposta (enquanto outros mostrassem as suas) a conformidade foi reduzida para 12,5%

Deutsch e Gerard (1955) encontraram taxas de conformidade de 23% mesmo em condições de alto anonimato e alta certeza sobre a resposta. 

Aqueles que são "conformadores" normalmente têm altos níveis de ansiedade, baixo status, alta necessidade de aprovação e, muitas vezes, personalidades autoritárias. 

As diferenças culturais são importantes no conformismo. Pessoas de culturas que vêem a conformidade mais favoravelmente - tipicamente sociedades orientais - são mais propensas a se conformar.



Perigos do Conformismo


As variações sobre o tema original continuam, examinando muitas possíveis permutações experimentais, mas o achado básico ainda permanece sólido. 

Embora não haja nenhuma surpresa que copiamos uns aos outros, é incrível que algumas pessoas vão se conformar apesar da evidência de seus próprios olhos. 

Imagine o quão fácil é encorajar o conformismo (manipular opiniões) quando os níveis de ambiguidade são muito mais elevados, como são freqüentemente na vida cotidiana. 
Em muitas situações, precisamos de conformidade. 

De fato, muitos aspectos de nossas vidas sociais seriam muito mais difíceis se não estivéssemos em certa medida – conformados.

Os perigos do conformismo são muito conhecidos, basta dar uma olhada nas implicações dos experimentos de obediência de Milgram para um vislumbre do que os humanos farão em nome da conformidade. 

Grande parte das vezes, é melhor pensarmos por nós mesmos do que confiarmos no que os outros dizem e fazem.



25% mantém a integridade 




Como demonstrou pesquisa de Asch, 25% dos participantes se recusaram a mudar de opinião e continuaram íntegros a sua própria conclusão.

Ma vale lembrar que esse é um teste assustador, porque o problema é muito simples e lógico de se resolver, 100% deveriam ter se mantido íntegros.

Quando passamos para questões do dia a dia, onde a resposta não é tão simplista, esse percentual de 25% cairia drasticamente. 

Porque a influência do conformismo no meio social é mais sofisticada, complexa e sutil. 

Assim, no meio social poucos conseguem manter a integridade e ver os cenários como eles realmente são, sem se curvarem a comodidade e o status quo de fazer o que todo mundo faz, só porque todo mundo faz. 



Como os meios de comunicação criam a ideia de conformidade?




A maioria dos canais de comunicação no mundo e claro, no Brasil utilizam-se dessas técnicas de conformidade para induzir a grande maioria da população a aceitar tal ideia, mesmo que seja prejudicial a maioria.

A televisão utiliza-se dessa estratégia diariamente, eles convidam “especialistas” que tem uma visão próxima aos interesses desses grupos.

Assim, esses “especialistas” traçam suas opiniões, que são acompanhados por milhões de pessoas.

Grande parte da população acaba mudando de opinião e seguindo a opinião induzida diariamente e repetidamente. 

Ocorre exatamente o mesmo processo que a pesquisa de Asch sugere acima, que mudamos de opinião por medo de desaprovação, ansiedade, vergonha, etc. 

As pessoas mudam e seguem as novas opiniões, e passam a defender essas teses como se fossem suas, mesmo que internamente ela tenha um sentimento diferente. 

É o famoso “Jogar para torcida“.

Veja outras técnicas de manipulação em massa usadas diariamente contra você.



Como não cair na conformidade apática?


1 – Questione sempre! 

Senão lhe derem respostas inteligíveis, continue questionando. 


2 – Jogue sua Televisão fora.

Se assustou? Parece radical? 

Não duvide da capacidade da televisão de te manipular, mesmo os mais despertos tem que tomar cuidado com a estratégias de distração da TV

Então, para se proteger, é melhor não ter. 

Em países com alto índice de ignorância (o Brasil ficou em sexto no índice de ignorância mundial, veja no gráfico abaixo) com baixo nível cultural, a melhor maneira de manipular a massa é através da TV, com programas vazios e jornais sensacionalistas direcionados a interesses próprios.




3 – Leia mais livros! 

Não leia só revistas, jornais e artigos da internet, leia livros de capa a capa.

Como você jogou sua TV fora, agora terá mais tempo de frequentar livrarias, bibliotecas e ler mais. 

Nesses tempos de internet o livro nunca foi tão essencial, ele nos permite aprofundar e entender mais sobre um determinado tema. 

Artigos curtos da internet ou revista são importantes, mas acabam não aprofundando realmente sobre os assuntos. 


4 – Opinião Oposta

Sempre que ler sobre um assunto, procure um site ou autor que tenha opinião oposta sobre o mesmo assunto. 

Assim, você terá duas opiniões contrárias sobre determinado assunto e também terá sua opinião pessoal, põe as três na balança e terá condições de traçar uma opinião mais acertada sobre o tema. 

Melhor ainda é confrontar várias opiniões de amigos, parentes, especialistas e desconhecidos para ter uma visão mais global. 


5 – Medite! 

A meditação permite que você tenha uma visão mais global, centrada e clara sobre a realidade, lhe permite ter maior controle sobre suas ansiedades e medos, que são usados para te manipular. 

Pode começar por aqui.


6 – Investigue

Investigue sobre a vida do “especialista” na internet … Ele realmente faz o que fala, quais são suas inclinações, etc. 

Investigue sobre os interesses de grupos que dominam a comunicação.

Você crê que grupos bilionários da mídia tem os mesmos interesses que você, que as sociedade em geral? 

Você crê que eles buscarão sempre a verdade dos fatos como querem nos fazer acreditar? Ou a ideia deles é se perpetuar no poder? 

Lembre-se que grandes grupos de comunicação são empresas privadas, e como qualquer empresa privada, visam o lucro

Qualquer notícia que prejudique o “lucro” ou o “poder” deles não será divulgada. Simples Assim!

Você sabia que apenas 9 famílias dominam a mídia no Brasil



Família                           Mídia

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Marinho                                        Globo 
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Abravanel                                     SBT 
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Macedo                                        Record 
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Saad                                            Band 
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Civita                                           Abril
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Mesquita                                     O Estado de S.Paulo 
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Frias                                            Folha 
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Levy                                            Gazeta
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Nascimento Brito                        Jornal do Brasil 



Quer ajudar seus amigos, famílias e sociedade a serem menos conformistas? 

Compartilhe esse post! 

Ou vai ficar com vergonha do que vão pensar sobre você? (kkk, tô brincando) 


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CRIANÇAS ORQUÍDEA – HIPER SENSÍVEIS AO ESTILO EDUCATIVO DOS PAIS, PARA O BEM E PARA O MAL




Setembro 08, 2017





Crianças Orquídea, já ouviu falar?

Há crianças que praticamente desde que nascem dão mostras de uma grande sensibilidade perante as mudanças que ocorrem ao seu redor. 

Elas reagem com maior intensidade aos sons, notam a mínima mudança em sua alimentação e se alteram ou se tranquilizam segundo o estado de ânimo de seus pais.

Outros, ao contrário, se mostram menos vulneráveis e parecem lidar melhor com as mudanças que ocorrem ao seu entorno, como se estas mudanças não lhes impactassem tanto.

Precisamente, faz uma década que psicólogos da Universidade da Califórnia propuseram um conceito muito interessante sobre a forma de reagir das crianças ante a educação que recebem. 

Afirmaram que existem crianças que são como as orquídeas: se murcham em resposta a uma infância difícil mas prosperam em um ambiente positivo. 

No extremo oposto se encontram as crianças mais parecidos com os dentes de leão, a quem os vai e vem do caminho lhes afetam menos e mostram uma atitude mais resiliente.



Crianças orquídea, almas mais sensíveis




Desde então, os psicólogos começam a perfilar a teoria da “Sensibilidade Biológica ao Contexto”, segundo a qual, o temperamento das crianças é um fator fundamental que determina como reagirão ante diferentes estilos educativos.

De fato, verificaram que existe crianças que reagiram de maneira mais negativa ante os estímulos do meio, mostrando mais medo e irritabilidade, enquanto que outros conseguem controlar melhor suas reações e se mostram mais abertos e dispostos a explorar.

Faz pouco um grupo de psicólogos da Universidade de Utrecht confirmaram esta teoria através de uma meta análise em que recompilaram os resultados de 84 estudos que envolveram 6.153 crianças

Eles avaliaram o temperamento infantil, o estilo educativo dos pais e o desenvolvimento das crianças levando em conta diferentes indicadores, desde os problemas de conduta até o desempenho acadêmico.

Assim concluíram que, efetivamente, há crianças que são particularmente sensíveis desde uma muito cedo ante ao estilo educativo que se utiliza com eles. 

Estes pequenos geralmente são catalogados por seus pais e professores como “crianças difíceis” já que muitas vezes tem as emoções a flor da pele e reagem com maior intensidade ante os problemas e conflitos.




Um gene que se ativa, para bem ou para mal



A ideia de que existem crianças especialmente vulneráveis ante ao estresse não é nova.

Porém, a perspectiva positiva que encerra a teoria das “crianças orquídea” sim é novidade já que também demonstra que esses pequenos podem “florescer” e alcançar grandes feitos se recebem uma educação sensível e reveladora.

Uma possível explicação a este fenômeno estaria nos genes. 

Por isso, geneticistas da Virginia Commonwealth University se dedicaram a investigar a influência do gene CHRM2, ao qual está relacionado com a dependência ao álcool, as condutas destrutivas na adolescência e ao comportamento antissocial na juventude. 

Ademais, os receptores químicos desse gene em particular estão vinculados a funções cerebrais como o aprendizado e a memória.

Estes investigadores colheram mostras do ADN de 400 meninos e meninas na idade pré-escolar para analisar as variações deste gen. 

Ao inicio do estudo as crianças não tinham problema de conduta, eles receberam acompanhamento anual, até os 17 anos, analisando seus comportamentos e o estilo educativo dos pais.

Durante esse tempo os investigadores comprovaram que quando as crianças que tinham uma variação do gene CHRM2 cresciam sendo vitimas de um estilo educativo negligente e distante emocionalmente, se convertiam em jovens problemáticos. 

Porém, quando as crianças que tinham a mesma variante genética recebiam uma educação positiva que prevaleceu o amor, a compreensão e a sensibilidade, alcançavam as maiores realizações e chegaram mais longe que os outros.



A Educação conta, e muito





Estas investigações nos demostram que apesar da genética, o temperamento ou o tipo de sistema nervoso que uma criança possa ter ao nascer, a educação desempenha um papel chave. 

A genética não é uma condenação, cada vez mais investigações demostram que a expressão dos genes está determinada pelo estilo de vida. 

De fato, é comprovado que o estresse das mães afeta a genética cerebral dos filhos.

Por isso, quando temos nas mãos uma criança “difícil”, sejamos pais ou professores, em vez de limitarmos a catalogado como tal, podemos pensar que na realidade se trata de uma “flor” mais sensível que os demais. 

Depende de nós desenvolvermos ao máximo seu potencial, fundamentalmente através da paciência e o amor.



Fontes:



Slagt, M. et. Al. (2016) Differences in sensitivity to parenting depending on child temperament: A meta-analysis. Psychological Bulletin; 142(10): 1068-1110.


Dick, D. M. et. Al. (2011) CHRM2, Parental Monitoring, and Adolescent Externalizing Behavior: Evidence for Gene-Environment Interaction. Psychological Science; 22(4): 481–489.


Boyce, W. T. & Ellis, B. J. (2005) Biological sensitivity to context: I. An evolutionary-developmental theory of the origins and functions of stress reactivity. Dev Psychopathol; 17(2): 271-301.







Publicação : YOGUI.CO