quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O DÉCIMO SEGUNDO PLANETA - O INFINDÁVEL COMEÇO - CAP. 1 - ZECHARIAS SITCHIN




Agosto 17, 2017









Agradecimentos do Autor

O autor deseja expressar sua gratidão aos muitos estudiosos que, ao longo de mais de um século, desenterraram, decifraram, traduziram e explicaram as relíquias textuais e artísticas do antigo Oriente Médio e às muitas instituições e suas equipes por cuja excelência e cortesia ficaram à disposição do autor os textos e provas pictóricas sobre as quais se baseou este livro. 

O autor deseja agradecer especialmente à Biblioteca Pública de Nova York e ao seu Departamento Oriental; à Biblioteca de Pesquisa (Sala de Leitura e Sala Oriental de Estudantes) do Museu Britânico, Londres; à Biblioteca de Pesquisa do Seminário Teológico Judeu, Nova York; e, pela assistência iconográfica aos curadores do Museu Britânico e ao conservador das Antiguidades Assírias e Egípcias; ao diretor do Museu Pré-Asiático, Museus Estatais, Berlim Oriental; ao Museu da Universidade de Filadélfia; à Reunião dos Museus Nacionais, França (Museu do Louvre); ao curador e Museu de Antiguidades de Alepo; à Administração do Espaço e Aeronáutica Nacional dos Estados Unidos (NASA ).



Nota do Autor

A fonte fundamental dos versos bíblicos citados neste livro é o Antigo Testamento em seu original em hebraico. Dever-se á ter sempre presente no espírito que todas as traduções consultadas - das quais as principais se encontram listadas no fim do livro - são apenas isso: traduções ou interpretações. Na análise final, o que conta é o que nos diz o original hebraico.

Na versão final citada em O Décimo Segundo Planeta comparei as traduções disponíveis um as com as outras, primeiro; depois, com a fonte hebraica, e, finalmente, com os textos sumérios e acádios para trazer à luz aquela que penso ser a mais precisa tradução.

A tradução de textos sumérios, as sírios, babilônicos e hititas tem dado que fazer a uma legião de eruditos desde há mais de um século. A decifração da escrita e da língua foi seguida de transcrições, transliterações é, finalmente, traduções. Em muitas circunstâncias, foi possível escolher entre diferentes traduções ou interpretações apenas pela verificação de transcrições ou transliterações muito anteriores. Noutras circunstâncias, uma aproximação mais tardia de um estudioso contemporâneo pôde lançar nova luz sobre uma tradução mais antiga. A lista de fontes dos textos do Oriente Médio dada no fim deste livro abrange, assim, desde as mais antigas às mais recentes fontes e é seguida pelas publicações acadêmicas nas quais se encontraram valiosas contribuições para a compreensão dos textos. 

Z. Sitchin



PRÓLOGO : GÊNESIS


O Antigo Testamento habita minha vida desde a infância. Quando foi plantada a semente deste livro, há quase cinqüenta anos, eu não tinha nenhum conhecimento dos fervilhantes debates evolução versus Bíblia dessa altura. Mas, como qualquer jovem rapaz de escola, estudando o livro do Gênesis, em seu original hebraico, eu criei uma versão para mim próprio. Um dia, estávamos lendo o capítulo VI, onde se diz que, quando Deus decidiu destruir a humanidade com o Grande Dilúvio, os filhos das deidades que casaram com filhas de homens estavam sobre a Terra. O original hebraico chama-lhes Nefilim; o professor explicou que Nefilim - significava “gigantes” e eu discordei; literalmente não significaria «aqueles que foram lançados», que desceram à Terra ? Fui repreendido e disseram-me que aceitasse a interpretação tradicional. 

Nos anos que se seguiram, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilim tornaram-se uma obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração de textos sumérios, babilônicos, assírios, hititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas a reinos, cidades, governantes, praças, templos, rotas de comércio, artefatos, ferramentas e vestuário da Antiguidade. Não será agora, portanto, o tempo de aceitar a palavra desses mesmos antigos registros que encaramos Nefilim como visitantes da Terra vindos dos céus ?

O Antigo Testamento afirma repetidamente: «O trono de Javé é no céu» , «do céu o Senhor vigia a Terra» . O Novo Testamento falava «Nosso Pai que está nos céus» . Mas a credibilidade da Bíblia foi enfraquecida pelo advento e aceitação geral da teoria da evolução. Se o homem evoluiu, então, certamente, ele não pode ter sido criado de uma só vez por uma deidade que, premeditando, sugeriu: «Façamos Adão à nossa imagem e semelhança». Todos os povos antigos acreditaram em deuses que desceram à Terra vindos dos céus e que podiam a um desejo flutuar em direção aos céus. Mas nunca se reconheceu credibilidade a estes contos que os eruditos desde os primórdios classificaram como mitos.

Os escritos do antigo Oriente Médio, que incluem uma profusão de textos astronômicos, falam claramente de um planeta de onde esses astronautas ou deuses vieram. No entanto, quando os acadêmicos, há 150 anos decifraram e traduziram as antigas listas de corpos celestiais, os nossos astrônomos não sabiam ainda da existência de Plutão (que apenas foi localizado em 1930). Como se poderia, então, esperar que eles aceitassem a existência de ainda mais um planeta, membro de nosso sistema solar ? Mas agora que também nós, como os antigos, sabemos da existência de planetas para além de Saturno, agora, porque não aceitar a evidência antiga da existência do Décimo Segundo Planeta ?" 

Enquanto nós próprios nos aventuramos no espaço, um olhar novo e a aceitação das Antigas Escrituras é mais do que oportuno. Agora que os astronautas aterraram na Lua e missões não tripuladas exploram outros planetas, deixou de ser possível não acreditar que uma civilização de outro planeta mais avançado que o nosso fosse capaz de fazer aterrissar seus astronautas no planeta Terra, algures no passado.

De fato, certo número de escritores populares especularam que os artefatos antigos, tais como as pirâmides e as gigantescas esculturas de pedra, devem ter sido idealizados por avançados visitantes de outro planeta - com certeza, o homem primitivo não possuiu, por ele próprio, a tecnologia requerida ? Outro exemplo, como foi possível que a civilização suméria florescesse tão rapidamente há quase 6.000 anos sem um precursor ? Mas dado que esses escritores populares falham, normalmente, quando se trata de mostrar quando, como e, sobretudo, de onde vieram esses antigos astronautas, suas intrigantes questões permanecem especulações sem resposta.

Foram precisos trinta anos de pesquisa, de retorno às antigas fontes, de literal aceitação delas, para recriar em meu próprio espírito um cenário contínuo e plausível dos acontecimentos pré-históricos. Assim sendo, O Décimo Segundo Planeta procura fornecer narrativamente ao leitor as respostas às questões específicas: quando, como, porque e de onde. A evidência, as provas que incluo consistem basicamente de textos e até quadros antigos.

Em O Décimo Segundo Planeta, eu procurei decifrar uma sofisticada cosmogonia que explica, talvez tão bem como as modernas teorias científicas, como se pode ter formado o sistema solar, como um planeta invasor foi apanhado na órbita solar e como a Terra e outras partes do sistema solar foram trazidas à luz do dia.

As provas que ofereço incluem mapas celestiais que falam de vôos espaciais para a Terra vindos desse planeta, o Décimo Segundo. Depois, seqüencialmente, segue-se o dramático estabelecimento das primeiras colônias na Terra pelos Nefilim : aos seus dirigentes foram dados nomes; suas relações, amores, ciúmes, conquistas e lutas descritas e a natureza de sua «imortalidade» explicada. 

Sobretudo, O Décimo Segundo Planeta tem como objetivo traçar os acontecimentos importantes que levaram à criação do homem e os métodos avançados pelos quais isto foi conseguido.

É depois sugerida a relação confusa entre o homem e seus senhores e surge uma nova luz sobre o significado dos acontecimentos no Jardim do Paraíso, da Torre de Babel e do Grande Dilúvio. Finalmente, o homem, biológica e materialmente dotado pelos seus criadores, acaba por expulsar seus deuses da Terra.

Este livro sugere que não estamos sós em nosso sistema solar. Ainda assim, ele pode intensificar, mais do que diminuir, a f é numa Onipotência universal. Porque, se os Nefilim criaram o homem na Terra, podiam estar apenas cumprindo parte de um plano superior mais amplo.

 Nova York, fevereiro de 1977 . Z. SITCHIN



O INFINDÁVEL COMEÇO
Capítulo I


De todas as provas que acumulamos para apoiar nossas conclusões, a primeira a ser exibida é o próprio homem. De vários modos, o homem moderno, o Homo sapiens, é um estranho à Terra. Desde que Charles Darwin chocou os eruditos e os teólogos de seu tempo com a evidência da evolução, a vida na Terra foi ornamentada pelo homem e por primatas, mamíferos e vertebrados, e, recuando no tempo, por formas de vida progressivamente inferiores até atingirmos o ponto, há bilhões de anos, em que se presume que a vida tenha começado. Mas, chegando a esses primórdios e começando a contemplar as probabilidades de vida em algum outro ponto de nosso sistema solar e mesmo para além dele, os eruditos começaram a sentir-se apreensivos acerca da vida na Terra - de qualquer modo, ela parece não pertencer a este lugar. Se tudo começou através de um a série de reações químicas espontâneas, por que é que a vida na Terra tem uma única fonte e não um a multitude de fontes causais ? E por que é que toda a matéria viva na Terra contém tão poucos dos elementos químicos que abundam na Terra e tantos daqueles que são raros em nosso planeta ? 

Terá, então, a vida sido importada de algum lugar para a Terra ?

A posição do homem na cadeia evolucionária compôs o quebra-cabeça. Encontrando um esqueleto partido  aqui, um maxilar ali, os eruditos começaram por acreditar que o homem apareceu na Ásia há 500.000 anos. Mas, como foram encontrados fósseis mais antigos, tornou-se evidente que os moinhos da evolução se moveram muito, mas muito mais lentamente. Os macacos antecessores do homem estão agora, desconcertantemente, colocados há 25 milhões de anos. Descobertas na África Oriental revelam uma transição para macacos humanoides (hominídeos) há cerca de 14 milhões de anos. Cerca de 11 milhões de anos mais tarde apareceu lá o primeiro macaco-homem digno de ser classificado com o Homo.


O primeiro ser que se considera realmente humanóide - " australopiteco avançado " - existiu há cerca de 2 milhões de anos em algumas partes da África. Levou ainda outro milhão de anos para aparecer o Homo erectus. Finalmente, depois de outros 900.000 anos, apareceu o primeiro homem primitivo; a ele se chamou Homem de Neanderthal, segundo o nome do local em que seus vestígios foram primeiramente encontrados. A despeito da passagem de mais de 2 milhões de anos entre o australopiteco avançado e o Homem de Neanderthal, os instrumentos destes dois grupos - pedras aguçadas - são virtualmente semelhantes; e os próprios grupos (tal como se pensa que eles fossem ) são dificilmente distinguíveis.



Depois, súbita e inexplicavelmente, há 35.000 anos, uma nova raça de homens - Homo sapiens ("o homem pensante") - apareceu como que vinda do nada e varreu o Homem de Neanderthal da face da Terra. Estes homens modernos, que receberam o nome de Cro-Magnon, têm um aspecto tão semelhante ao nosso que, se os vestíssemos com nossas roupas atuais, eles se perderiam de vista por entre as multidões de qualquer cidade européia ou americana. Devido à magnificente arte de cavernas que criaram, foram primeiramente chamados os " homens das cavernas". De fato, eles vaguearam pela Terra livremente, uma vez que sabiam como construir abrigos e casas de pedra e de peles de animais para onde quer que fossem.

Por milhões de anos, as ferramentas do homem foram apenas pedras de formas úteis. O Homem do Cro-Magnon, no entanto, fez ferramentas especializadas e armas de madeira e osso. Já não era o "macaco nú ", uma vez que usava peles para se vestir. Sua sociedade estava organizada: vivia em clãs comum a hegemonia patriarcal. Seus desenhos em cavernas evidenciam talento artístico e profundidade de sentimento: seus esboços e esculturas revelam uma forma de religião, patente na adoração de uma deusa-mãe que era por vezes representada com o sinal da Lua em quarto crescente. Esse homem enterrava seus mortos e deve, portanto, ter possuído alguma filosofia a respeito da vida, da morte e, talvez mesmo, da vida após-morte.

Misterioso e inexplicável como é, o aparecimento do Homem do Cro- Magnon complica ainda mais o quebra-cabeça. Uma vez que outros vestígios do homem moderno foram descobertos (em locais que incluem Swanscombe, Steinheim e Montmaria), torna-se evidente que o Homem do Cro-Magnon se o riginou de um Homo sapiens ainda mais precoce que viveu na Ásia Ocidental e África do Norte cerca de 250.000 anos antes do Homem do Cro- Magnon.

O aparecimento do homem moderno a uns meros 700.000 a nos antes do Homo erectus e cerca de 200.000 anos antes do Homem de Neanderthal é absolutamente impensável. É também claro que o Homosapiens representa um ponto de partida tão extremo do lento processo evolucionário que muitas de nossas capacidades, tal como a capacidade de falar, não têm nenhuma conexão com os primatas mais remotos. 

Uma eminente autoridade no tema, o prof. Theodosius Dobzhansky (Man kind Evolving) [Humanidade em Evolução], ficou particularmente intrigado pelo fato de este desenvolvimento ter acontecido durante um período em que a Terra passava por uma idade do gelo, período pouco propício a progressos na evolução. Salientando que ao Homo sapiens faltam por completo algumas das peculiaridades dos tipos até aí conhecidos e aparecem algumas que nunca ocorreram, o professor conclui: "O homem moderno tem muitos fósseis, parentes colaterais, mas nenhum progenitor: sua origem, como Homo sapiens, torna -se, assim, um quebra-cabeça ". 

Como é, então, que os antecessores do homem moderno aparecem há uns 300.000 anos, em vez de aparecerem há 2 milhões ou 3 milhões de anos no futuro, seguindo um ulterior processo evolucionário ? Fomos importados para a Terra de algum ponto, ou teremos sido, como atesta o Antigo Testamento e outras fontes antigas, criados por deuses ? 

Sabemos agora onde começou a evolução e como se desenvolveu, uma vez começada. A pergunta por responder é esta : - Por  que, por que é que a civilização aconteceu realmente ? Porque agora, tal como a maior parte dos eruditos reconhece, ainda que com frustração, se somarmos todos os dados, vemos que o homem deveria ainda viver sem civilização. Não há razão óbvia para que sejamos nem um pouco mais civilizados do que as tribos primitivas das selvas amazônicas ou das regiões inacessíveis da Nova Guiné. Mas, dizem-nos, esses homens das tribos vivem ainda como na Idade da Pedra porque foram isolados. Mas isolados de quê  ? Se eles têm vivido na mesma Terra que nós, por que não adquiriram eles o mesmo conhecimento científico e tecnológico próprio, como nós pressupostamente possuímos ?

O verdadeiro quebra-cabeça, no entanto, não é o atraso dos Bushmen, mas o nosso avanço, uma vez que se reconhece agora que, no curso normal da evolução, o homem deveria ainda estar representado pelo tipo dos Bushmen, e não pelo nosso. Foram precisos alguns 2 milhões de anos ao homem para avançar na sua "indústria de ferramentas", desde o uso das pedras tal como as encontrava até a compreensão de que as poderia cinzelar e moldar, de forma a melhor servir seus próprios objetivos. Porque não mais 2 milhões de anos para aprender o uso de outros materiais e outros 10 milhões de anos para dominar as ciências matemáticas, a engenharia e a astronomia ?  E, no entanto, aqui estamos nós a menos de 50.000 anos de distância do Homem de Neanderthal, pousando astronautas na Lua. 

A questão óbvia, então, é esta: será que nós e os nossos antecessores mediterrâneos adquirimos esta avançada civilização, realmente, à nossa custa ?

Embora o Homem do Cro-Magnon não construísse arranha-céus nem usasse metais, não há dúvida de que sua civilização foi repentina e revolucionária. Sua mobilidade, sua habilidade para construir abrigos, seu desejo de se vestir, suas ferramentas manufaturadas, sua arte - tudo isto representou uma alta civilização quebrando um infindável começo que se alargou por milhões de anos e avançou lenta e dolorosamente, passo a passo .

Embora nossos eruditos não possam explicar o aparecimento do Homo sapiens e a civilização do Homem do Cro-Magnon, nesta altura, não há dúvidas referentes ao lugar originário desta civilização, ou seja, o Oriente Médio. Os planalto se as cadeias montanhosas estendidas em semi-arco desde as montanhas Zagros, a leste (onde hoje o Irã e o Iraque têm uma fronteira comum), através das cadeias Ararat e Tauro ao norte, e depois descendo para o oeste e para o sul, para as terras montanhosas da Síria, Líbano e Israel, estão repletos de cavernas onde se preservaram provas  a existência do homem pré-histórico. 

Entre estas cavernas, Shanidar está localizada na parte nordeste do semi- arco de civilização. Hoje em dia, ferozes homens curdos procuram abrigo na área das cavernas para eles próprios e para os rebanhos nos frios meses de inverno. Assim aconteceu, numa noite invernosa há 44.000 anos, quando uma família de sete pessoas (uma das quais era ainda um bebê) procurou abrigo na caverna de Shanidar.




Seus vestígios - evidentemente eles foram mortalmente esmagados por uma avalanche de  rochas - foram descobertos em 1957 por um estupefato Ralph Solecki, (O Prof. Solecki disse-me que foram encontrados apenas quatro esqueletos esmagados por avalanche) que partira para aquela área à procura de provas da existência desse homem antigo. Aquilo que ele encontrou foi mais do que poderia ter esperado. À medida que, camada após camada, os destroços iam sendo retirados, tornou-se evidente que a caverna preservava um registro claro de habitação humana na área desde 100.000 até 13.000 anos atrás. 

O que este registro mostrou foi tão surpreendente como a descoberta em si. A cultura do homem foi mostrada não como uma progressão, mas como uma regressão. Começando a partir de certo nível, as gerações posteriores evidenciam níveis civilizacionais não superior, mas inferiormente avançados. E depois, cerca do ano 27.000 a.C. até 11.000 a.C., a retrógrada e definhada população alcançou o momento de uma ausência quase completa de habitação. Por razões que supomos ser de ordem climática, o homem estava completamente desaparecido da área há cerca de 16.000 anos. 

E, em seguida, cerca do ano 11.000 a.C., o "homem pensante" reapareceu com novo vigor e comum nível de cultura inexplicavelmente superior. Foi como se um técnico invisível, observando o vacilante jogo humano, tivesse mandado para o campo uma equipe jovem e mais bem treinada para substituir a outra, já exausta. 

Ao longo dos muitos milhões de anos do seu infindável começo, o homem teve uma natureza de criança : subsistiu reunindo os alimentos que cresciam selvagens, caçando animais selvagens, capturando aves selvagens e peixes. Mas logo que as colônias humanas começaram as se dizimar, assim que o homem começou a abandonar as estâncias, quando suas conquistas materiais e artísticas desapareceram - logo nessa altura, subitamente, sem razão aparente e sem nenhum período de preparação gradual, conhecido anteriormente -, nessa altura, o homem tornou-se agricultor.

Resumindo os trabalhos de muitas eminentes autoridades no assunto, R.J. Braidwood e B. Howe (Prehistoric Investigations in Iraqi Kurdistan) [Investigações Pré-Históricas no Iraque-Curdistão] concluíram que os estudos genéticos confirmam os achados arqueológicos e não deixam dúvidas de que a agricultura começou exatamente onde o homem pensante tinha anteriormente surgido na sua primeira e crua civilização : no Oriente Médio. Não há dúvida agora de que a agricultura se espalhou pelo mundo afora a partir do arco de montanhas e planaltos do Oriente Médio. 

Empregando sofisticados métodos de datação por rádio-carbono e genética botânica, muitos eruditos de vários domínios da ciência concorrem para a conclusão que afirma terem sido o trigo e a cevada os primeiros sucessos agrícolas do homem, provavelmente através da domesticação de uma variedade selvagem de trigo. Supondo que, de qualquer modo, o homem foi submetido a um processo gradual de auto-aprendizagem da domesticação, do plantio e do cultivo de uma planta selvagem, os eruditos continuam aturdidos com a profusão de outras plantas e cereais básicos para a sobrevivência humana e com o avanço que continuou vindo do Oriente Médio. Esses cereais incluíram em rápida sucessão o milho, painço, centeio e espelta (trigo) entre os cereais comestíveis; o linho, que fornecia fibras e óleo comestível, e uma variedade de arbustos e árvores frutíferas. 

Em qualquer circunstância, a planta foi, indubitavelmente, domesticada no Oriente Médio durante milênios, antes de ter alcançado a Europa. Foi como se o Oriente Médio fosse uma espécie de laboratório genético-botânico, guiado por mão invisível, produzindo sempre e freqüentemente uma planta recentemente domesticada.

Os eruditos que estudaram as origens da vinha concluíram que seu cultivo começou nas montanhas à volt a da Mesopotâmia do Norte e na Síria e Palestina. Não é de admirar. O Antigo Testamento diz-nos que Noé "plantou uma vinha" (e chegou a embriagar-se com seu vinho) depois de sua arca ter parado no monte Ararat, quando as águas do Dilúvio começaram a retroceder. A Bíblia, tal como os eruditos, coloca, assim, o início do cultivo da vinha nas montanhas ao norte da Mesopotâmia.

Maçãs, pêras, azeitonas, figos, amêndoas, pistaches e nozes - todos foram originados no Oriente Médio e daí se espalharam para a Europa e outras regiões do mundo. De fato, não podemos deixar de recordar que o Antigo Testamento precedeu nossos eruditos vários milênios na identificação da mesma área como o primeiro pomar mundial: "E o Senhor Deus plantou um pomar no Jardim do Paraíso, no oriente.. . E o Senhor Deus fez crescer do solo todas as árvores agradáveis à vista e boas para a alimentação". 

A localização geral do " Éden " é certamente conhecida pelas gerações bíblicas. Era no "oriente" - oriente da Terra de Israel. Era num sol o irrigado por quatro rios principais, dois dos quais o Tigre e o Eufrates. Não pode haver dúvida de que o livro do Gênesis localizou o primeiro pomar nos planaltos onde estes rios se originaram, no nordeste da Mesopotâmia. Bíblia e ciência estão em absoluto acordo.

De fato, se lermos o texto original em hebraico do livro do Gênesis, não com o um texto teológico, mas como um texto científico, descobrirem os que esse livro também descreve precisamente o processo de domesticação de plantas. A ciência diz-nos que o processo se desenrolou desde as relvas selvagens para cereais selvagens e cereais cultivados, seguido depois de arbustos e árvores frutíferas. Este é exatamente o processo detalhadamente descrito no capítulo I do livro do Gênesis : 


E o Senhor disse: 
Que a Terra traga para fora  ervas; cereais que por sementes produzem sementes; árvores de frutos que criem frutos por espécies, que contêm a 
semente dentro delas próprias.


E assim se fez: 
A Terra trouxe para fora ervas; cereais que por semente produzem semente, por espécies; e árvores que criam frutos que contêm a semente dentro delas 
próprias, por espécies. 



O livro do Gênesis prossegue dizendo-nos que o homem, expulso do pomar do Éden, teve de labutar para fazer crescer seu alimento. " Do suor da tua fronte, comerás o teu pão", disse o Senhor a Adão. Depois disso, " Abel foi o guardião de rebanhos e Caim um lavrador do solo ". O homem, diz-nos a Bíblia, f ez-se pastor pouco depois de se ter tornado agricultor. 

Os eruditos concordam com esta seqüência bíblica de acontecimentos. Analisando as várias teorias referentes à domesticação animal, F. E. Zeuner (Domestication of Animals) [ Domesticação de Animais] salienta que o homem não poderia ter "adquirido o hábito de guardar animais em cativeiro ou domesticação antes de ter alcançado o estágio de vivência em unidades sociais de certas proporções". Estas comunidades estabelecidas, um pré-requisito para a domesticação animal, seguiram-se à comutação para a agricultura. 

O primeiro animal a ser domesticado foi o cão, e não necessariamente como o melhor amigo do homem, mas, provavelmente, também como fonte de alimentação. Isto ocorreu, acredita-se, cerca do ano 9.500 a.C. Os primeiros vestígios de esqueletos caninos foram encontrados no Irã, Iraque e Israel. Os carneiros foram domesticados por volta da mesma época : a caverna de Shanidar contém vestígios d e carneiros datados de cerca do ano 9.000 a.C., mostrando que todos os  anos grande parte dos  animais jovens eram mortos para alimentação e peles. As cabras, que forneciam também leite, seguiram-se brevemente; e os porcos, o gado com e sem chifres, foram os seguintes a serem domesticados. 

Em qualquer circunstância, a domesticação começou no Oriente Médio. A mudança abrupta no curso dos acontecimentos humanos que ocorreram cerca do ano 11.000 a.C. no Oriente Médio (e uns 2.000 anos mais tarde na Europa) levou os estudiosos a descreverem esse tempo como o fim nítido da Antiga Idade da Pedra (o Paleolítico) e o começo de uma nova era cultural, a Média Idade da Pedra (o Mesolítico). 

O nome é apenas apropriado se considerarmos o principal material bruto do homem, que continuava a ser a pedra. Suas habitações nas áreas montanhosas continuavam a ser construídas com pedra, suas comunidades eram protegidas por paredes de pedra, seu primeiro instrumento agrícola, a foicinha, foi feito em pedra. Ele honrava ou protegia seus mortos cobrindo e adornando suas sepulturas com pedras e usava pedra para fazer imagens de seres supremos, ou deuses, cuja benigna intervenção ele procurava. Uma dessas imagens, descoberta ao norte de Israel e datada do 9º milênio a.C., mostra a face gravada de um deus protegido por um elmo listrado e vestindo uma espécie de "óculos". 

No entanto, de um ponto de vista generalizante, seria mais apropriado chamar à idade que começou cerca do ano 11.000 a.C., não Média Idade da Pedra, mas Idade da Domesticação. Dentro do curto período de tempo de 3.600 anos - o espaço de uma noite em termos de um infindável começo - o homem tornou-se agricultor e as plantas e os animais selvagens foram domesticados. Depois, seguiu-se claramente uma nova idade. Os nossos eruditos chamam-lhe a Nova Idade da Pedra (Neolítico); mas o termo é totalmente inadequado, uma vez que a maior mudança que teve lugar por volta do ano 7.500 a.C. foi o aparecimento da cerâmica.

Por razões que ainda escapam a nossos eruditos - mas que se tornarão claras à medida que formos desenrolando nossa teia de acontecimentos pré-históricos, a marcha do homem em direção à civilização foi confinada, durante os primeiros milênios subseqüentes ao ano 11.000 a.C., aos planaltos do Oriente Médio. A descoberta dos vários usos a dar à argila foi contemporânea à descida do homem das suas moradias nas montanhas em direção aos vales mais baixos e cheios de barro.




Por volta do 7 º milênio a.C., o arco de civilização do Oriente Médio fervilhava de culturas de cerâmica em argila que produziam grande número de utensílios, ornamentos e estatuetas. Por volta do ano 5.000 a.C., o Oriente Médio produzia objetos de argila e cerâmica de soberba qualidade e desenho fantástico. 

Mas, uma vez mais, o progresso se desacelera, e, por volta do ano 4.500 a .C., a evidência arqueológica indica que a regressão vigorava por toda a parte. A cerâmica simplificou-se. Os utensílios de pedra - uma relíquia da Idade da Pedra - tornam-se, de novo, predominantes. Locais antes habitados revelam vestígios cada vez mais raros. Alguns locais que foram centros de indústrias de cerâmica e argila começaram a ser abandonados e a produção característica de argila desapareceu. " Houve um empobrecimento geral da cultura", segundo James Melaart (Earliest Civilizations of the Near East) [ As Mais Novas Civil izações do Oriente Médio ]; alguns locais revelam claramente as marcas da "nova fase de estrita pobreza". 

O homem e sua cultura estavam nitidamente em declínio.

Depois - súbita, inesperada e inexplicavelmente -, o Oriente Médio foi testemunha do florescimento da mais grandiosa civilização imaginável, uma civilização na qual a nossa tem firmes raízes. Uma mão misteriosa salvou uma vez mais o homem do seu declínio e elevou - o até um nível mais alto de cultura, conhecimento e civilização.

(continua ...)


Autor : Zecharia Sitchin 



Livro: O 12º  PLANETA 

Tradução: ANA PAULA CUNHA 

EDITORA BEST SELLER

2ª Edição - 1976




Zecharia Sitchin
1920/2010


Sobre o autor:

Um dos poucos estudiosos capazes de ler e interpretar antigos comprimidos de argila Sumérios e Akkadianos, Zecharia Sitchin (1920-2010) baseou seu best-seller The 12th Planetem textos das antigas civilizações do Próximo Oriente. Com base em tanto interesse e crítica generalizadas, suas controversas teorias sobre as origens da humanidade Anunnaki foram traduzidas para mais de 20 idiomas e apresentadas em programas de rádio e televisão em todo o mundo.

Mais sobre o autor: Sitchin (Site Oficial)



Nota do Blog : 

O livro O Décimo Segundo Planeta está descrito na íntegra.
Os grifos em vermelho são originais do livro.
Este livro também pode ser encontrado na internet em pdf gratuitamente. 





Publicação : Mostradores da Luz - Somos do Futuro





domingo, 13 de agosto de 2017

OS HUMANOS QUE VIERAM DE MALDEK E DE MARTE




Agosto 13, 2017







Maldek era um planeta plenamente habitável como a Terra que orbitava entre Marte e Jupiter.

Tanto em Maldek como em Marte, ambos tinham a atmosfera da Terra, e lá também foram criados humanos cujo DNA já era modificado.

Com o DNA modificado naqueles humanos foram despertados a ambição pelo jogo de poder e pelo materialismo e a ganância. Assim, na busca do poder eles se tornaram conquistadores e destruidores.

Grandes guerras foram travadas naqueles planetas e ao redor a mais de 13 mil anos, de tal forma que destruíram o planeta Maldek, que hoje não passa de um grande cinturão de asteroides que orbitam no espaço próximo a Marte.


Cinturão de asteroides entre Marte e Jupiter que, segundo estudiosos,
representam o que restou do planeta Maldek


Em Marte destruíram toda a atmosfera habitável.

A Terra sofreu grandes destruições de cidades inteiras, bem como continentes afundaram. Hoje se fala que foi o motivo do afundamento de das chamadas civilizações de Lemúria e Mú. Restando Atlântida como uma civilização avançada.

O sobreviventes de Maldek e Marte que conseguiram fugir vieram para a Terra e se refugiaram em Atlântida. Na nossa atual civilização na Terra esses humanos ficaram conhecidos como os anjos caídos.

O povo de Atlântida tinha seu DNA original humano, de forma que era totalmente conectado as energias naturais do Universo. Uma civilização prospera voltada unicamente ao crescimento e expansão da consciência humano enquanto ser galáctico. Os humanos de Atlântida não tinham a ambição, a desconfiança, a esperteza, a ganância e os jogos de sedução dos Maldekianos e Marcianos.

Assim que chegaram os humanos de Maldek e Marte, logo foram separados dos humanos da Terra e foi feito um muro dividindo Atlântida para fins de que não houvesse a mistura das raças.

Porém, os humanos de Maldek e Marte conseguiram se infiltrar por toda a Atlântida. O resultado foi a destruição de Atlântida também, devido a ganância e jogos de poder e sedução criados pela mistura do DNA entre os habitantes que passaram a se unirem conjugalmente e seus filhos já nasciam com o DNA misturado.

Essas almas entraram na roda do karma e reencarnações, que também chamamos de quarentena. A quarentena significa uma forma de prisão onde os humanos não podiam mais sair da Terra. Tanto que a maioria dos humanos que vivem hoje na Terra são os mesmos que viviam no tempo na queda dimensional da Atlântida porque não puderam mais sair da Terra devido a quarentena estipulada pelo Conselho Superior dos Anciões. Desta forma, também foi criado para a Terra o Conselho Kármico.

Nesta vida, com a ascensão planetária, os humanos que vivem hoje por aqui, e assim reencarnando desde a queda de Atlântida, estão tendo a oportunidade de transmutarem seu DNA, especificamente, as memórias de do jogo de poder, ganância e sedução. Esses humanos precisam de um trabalho individual gigantesco para se transmutarem. Porém, devido ao sua origem galáctica, dificilmente poderão se libertar e se limpar dessas memórias contidas no seu DNA.

Muitos já tem a consciência disso, que tem que fazer toda essa limpeza de alma. Porém, como um hábito milenar, essas pessoas mesmo querendo ascender junto com a Terra, dificilmente irão abandonar o jogo de poder e sedução que estão incrustados tão profundamente nelas mesmas. Daí o jogo de ego de muitos.

Como se pode observar, a ascensão dimensional é extremamente difícil para a maioria, mas não é impossível. E muitos ainda seguirão com seus karmas ainda por várias reencarnações sem crescimento de alma. Irão ainda viver esta vida na Terra, porém, após a sua morte, irão continuar seus karmas em outros planetas que ainda permanecem na 3D. São planetas parecidos com a Terra, porém com civilizações ainda muito atrasadas, bem mais que a civilização atual da Terra e onde ainda vivem dinossauros.


Fontes de apoio: 
  • Livro: A Sonda de Acturus - José Arguelles (Valum Votan)
  • Livro: O Antigo Segredo da Flor da Vida - vol 1 - Drunvalo Melcuizedek












quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A ASCENSÃO É INDIVIDUAL






02 Agosto, 2017








Quando falamos em ascensão, logo surge uma série de informações deturpadas, sendo que na sua maioria não são verdadeiras.

Para desmistificarmos o assunto, primeiramente, é preciso esclarecer que a ascensão planetária está relacionada a trajetória do nosso sistema solar através do Sol Central de Alcyone. Este Sol faz parte de um sistema onde estão ligadas várias outras galáxias, a Via Láctea onde vivemos. Assim, quando se fala em ascensão planetária, também relacionamos além da Terra, o Sol e todos os outros planetas no nosso sistema solar que estão ascendendo também.

A ascensão planetária significa que o nosso sistema solar passa periodicamente, a cada 13 mil anos, mais perto do Sol Central de Alcyione. Isso proporciona a maior incidência de Luz no nosso sistema solar que vem influenciar a vida na Terra também. A trajetória total do nosso sistema solar em torno de Alcione dura 26 mil, sendo certo que passamos por 13 mil anos mais distantes de Alcyone e 13 mil anos mais próximos de Acyone. Esse fato traz uma grande mudança na vida do planeta. No ano de 2012 começamos a entrar na trajetória mais próxima do Sol de Alcyone e iremos cada vez mais receber mais Luz do Sol Central pelos 13 mil anos a frente. Aqui na Terra esse fato é chamado de Eras. Assim, nós saímos da Era das Trevas em 2012 e entramos na Era da Luz no mesmo ano. Segundo especialistas, a transição planetária ocorreu em 21/12/2012. A Era da Luz também foi chamada de Era de Aquário, quando, pela astrologia, estaremos sob a influencia do signo de Aquário pelos próximos 2 mil e 600 anos.

Trocando esse fato em um exemplo comum, imagine que você é um mergulhador de profundidade e seu equipamento é o corpo humano. O mergulhador de profundidade é aquele que vai até lugares profundos e inóspitos onde existe pouca incidência de luz. Todo mundo já viu algum vídeo mostrando a profundeza de um oceano. Nessa profundeza do oceano também existem formas de vida que vivem na escuridão. Agora imagine que nesse mesmo ambiente profundo comece a incidir cada vez mais a luz, o que vai ocorrer é que haverá mudança e adaptação da forma de vida daquele lugar. Algumas formas de vida serão extintas porque não vivem na luz, outras formas de vida surgirão devido a maior incidência de luz e ainda outras formas de vida se readaptarão a maior incidência de luz. É algo parecido que está ocorrendo na Terra e vai continuar a ocorrer durante os próximos 13 mil anos cada vez mais. 

Desse modo, quando relacionamos esse fato ao nível de crescimento de alma, por essa época estão encarnados na Terra hoje muitos humanos com pouco crescimento de alma e que se adaptaram muito bem aos níveis profundos da escuridão do ambiente da terceira dimensão. E, embora o corpo humano não tenha sido criado para tamanha profundidade de escuridão, sendo certo que na ausência de luz o corpo humano se adaptou deixando de funcionar com toda a sua capacidade; ocorrendo, assim,  o desligamento da conexão da mente com a alma, principalmente. Essas almas dificilmente irão ascender com o planeta, mesmo que tenham ciência da ascensão planetária, se digam despertos e trabalhando a luz, esses humanos não possuem o a capacidade de crescimento de alma o suficiente para se adaptarem ao novo ambiente mais iluminado. A tendência desses humanos é sucumbirem, viverão ainda essa vida, mas a tendência é desencarnarem  e não poderão mais encarnar na Terra, e seguirem para outros planetas que ainda estão na terceira dimensão, para fins de aprendizado e crescimento de suas almas.

Do mesmo modo, aqueles humanos encarnados hoje que conseguirem se adaptar ao novo ambiente mais iluminado, terão que se adaptar a medida que o corpo vai religando toda  a sua capacidade, pois que existem dispositivos no corpo humano que só funcionam com maior incidência de luz. Esses humanos são almas que, despertando e expandindo suas consciências, irão se reconectando com a sua própria alma e passando a raciocinar através do dispositivo mente-alma. Esses humanos são almas que já viveram em dimensões mais elevadas e já possuem o crescimento de alma o suficiente para sobreviverem ao novo ambiente iluminado da Terra que está incidindo cada vez mais, e progressivamente.

Como se pode observar não haverá nenhuma mudança súbita de ambiente, visto que é um processo que depende da trajetória do nosso Sol através do Sol Central. O Universo segue seu curso normal, não existe o fato de alguém ser retirado subitamente do planeta, o que ocorrerá será a mudança cada vez maior do modo de vida, de hábitos e de comportamentos da humanidade para se adaptarem ao ambiente mais iluminado. Daí se deduzir que  hábitos e comportamentos que funcionavam muito bem com a falta de luz tenderão a não funcionarem mais, tais como a corrupção, a manipulação, a violência, a doença, a ganância, a busca pelo poder, as disputas, a ilusão, o engano, a guerra, etc,; tudo isso tem a tendência cada vez mais a se extinguir porque não funcionam no ambiente de luz. 

Outro fato importante com a transição planetária é que não existem mais relatos históricos e nenhuma bibliografia que sirva de orientação para caminharmos no ambiente mais iluminado. Mesmo porque a última transição que ocorreu foi a 13 mil anos e o que existia naquela época foi descartado e abandonado, inclusive hábitos e comportamentos, já que lá atrás a humanidade estava entrando em um ambiente menos iluminado e aquele conhecimento que possuíam não servia mais para aquele momento. 

A humanidade precisa se adaptar de novo agora, 13 mil anos depois. Nesse sentido a mudança e a transmutação total de consciência é iminente e já está ocorrendo. 

A nível do corpo a mudança está ocorrendo por dentro de cada ser humano. Não existe na história nada conhecido para nos orientar nessa adaptação, a reconexão da mente com a alma será natural e essa reconexão mente-alma é individual. 

Não existem métodos a seguir, mesmo porque a reconexão mente-alma está relacionada a ativação do 8º chacra que antes de 2012 quase ninguém possuía. Durante os últimos 13 mil anos que se passaram poucos nasciam com seu 8º chacra construído e ativado, que foram pessoas como Jesus. Hoje todos nós temos nosso 8º chacra construído e está se ativando.



Por: Sônia L Pereira


Publicação : Mostradores da Luz - Somos do Futuro








domingo, 23 de julho de 2017

10 COISAS QUE PRECISAMOS SABER SOBRE OS CHAKRAS




Julho 23, 2017












A manutenção do Chakra é uma grande parte do processo do despertar, para atenuar o controle que nosso ego tem sobre nossos pensamentos, sentimentos e ações. Ter os nossos chakras em equilíbrio é a aspiração, o objetivo, estar conectado à frequência do amor universal e manter essa conexão através de nossa vida diária.


Então, quais são os chakras e o que eles fazem?

1. Chakras são os portais através dos quais a energia entra e sai do nosso sistema.

2. O chakra do coração é também um transmutador de energia, ele pode limpar a energia negativa.

3. Existem 7 (sete) chakras principais com vários chakras menores em torno do nosso corpo.

4. O chakra da raiz é o material profundo: vidas passadas, karma ancestral, trauma da infância da vida presente.

5. O chakra sacro é conhecido como a zona de prazer, a correção de curto prazo, o centro criativo.

6. O plexo solar é a casa de força do nosso sistema mente-corpo-alma, nossa força principal.

7. O chakra do coração é o centro da freqüência do amor universal, uma máquina de lavar roupa para toda a nossa energia escura ou a energia negativa vinda dos outros.

8. O chakra da garganta canaliza nossa comunicação, nossa habilidade de sermos o nosso eu autêntico.

9. Nosso terceiro olho e o chakra da coroa referem-se à conexão com o universo, enxergamos com a nossa alma e expandindo nossa consciência.


10. Os chakras podem ficar bloqueados, a energia pode ficar presas. Assim, eles devem estar abertos e livres permitindo que a energia se mova para que haja um sistema equilibrado.


Nossos chakras são afetados por nossa vibração interna e as frequências que experimentamos de fontes externas. Nossas próprias emoções geram nossa freqüência interna, bem como as emoções dos outros, e a forma de como interagimos com isso também afeta nossos chakras.

Ao conectarmos e direcionarmos a energia universal de amor de luz para nossos chakras, podemos limpá-los e fortalecê-los. Perguntando aos nossos guias ou pedindo diretamente ao nosso corpo-mente-sistema para limpar, fortalecer e equilibrar nossos chakras regularmente. Na meditação podemos manter uma abordagem calma e constante para a nossa vida diária.

O trabalho mais profundo, como o trabalho de sombra, que normalmente envolve os chakras da raiz, do sacro e do plexo solar, requer um trabalho mais específico. Terapia de conversação combinada com terapias energéticas como reiki, acupuntura e yoga podem ajudar a deslocar as obstruções no chakra raiz ou gerenciar comportamentos viciantes que residem no chakra sacral. À medida que liberamos energia presa causada pelo estresse, ansiedade, medo e dúvida nesses chakras inferiores, podemos extrair energia mais leve e mais forte para o nosso núcleo, nosso plexo solar.

Trabalhando no seu núcleo através de exercícios de fortalecimento como pilates ou natação combinado com meditação regular pode melhorar a saúde do nosso plexo solar nos ajudando a sermos mais estáveis, alcançando a quietude e liberando o estresse, o pânico ou a ansiedade, o medo e a dúvida nestes chakras inferiores podemos esquadrinhar uma energia mais leve proporcionando o fortalecimento  do nosso núcleo, o nosso plexo solar.

Nossos chakras do coração e da garganta se relacionam com o quão autênticos somos ao nosso verdadeiro eu, a forma de como estamos conectados à natureza e à freqüência universal da Unidade. A compaixão, o autocuidado, a humildade e a gratidão são fundamentais para equilibrar e cuidar desses chakras e, em última instância, nossa própria evolução orgânica.

Os chakras do terceiro olho e da coroa compõem a nossa conexão com a consciência expandida quântica. Estar com a mente aberta e sendo capaz de ver e ouvir a linguagem do universo, dar e receber amor e ser o próprio amor experimentando unicidade.

Ter todos os chakras em equilíbrio significa alcançar o não apego enquanto estamos totalmente integrados no presente. Para sermos um ser verdadeiramente hiperdimensional, aspiramos estar fundamentados nesta vida, vibrando na freqüência do amor universal e estando conscientes e nos movendo entre qualquer de todas as outras realidades dimensionais simultaneamente.

Neste ponto você, provavelmente, se torna uma luz de levitação que está flutuando no cosmos enquanto está absorvendo os registros akashicos e vivendo muitas vidas ao mesmo tempo! Portanto, não se preocupe passa a não se sentir você mesmo ! Este estado de ser pode estar a centenas de vidas de distância para alguns. De qualquer forma, todos nós estamos na mesma jornada de auto-descoberta, retirando camadas e camadas de sombra e com coração direcionado para o crescimento da alma.

É importante reconhecer este tempo único neste planeta que está dando a todas as almas daqui uma chance rara  e uma pista rápida para liberar toneladas de energia mais pesadas. À medida que Gaia ascende a dimensões mais altas, nós também podemos dar uma volta e usar esta oportunidade para mergulhar em um trabalho de sombra profundo e aliviar consideravelmente nossa carga. O trabalho é difícil, mas as recompensas são incríveis. 

Podemos dizer que estamos, literalmente, alcançando as estrelas!



Muito amor e paz, pessoas bonitas.

Namastê.


Por Morag 


Sobre o autor : Nascido e criado em Glasgow eu me formei com um mestrado em Inglês e Política, então passei tempo viajando na Austrália. Eu cheguei em casa para estudar, formando-me como um MSC em Gestão de Marketing de Negócios. Eu segui isto com um PGCE em inglês e ensinei por um ano em Glasgow antes de me mudar para Oeste de LOndres onde eu ensinei inglês e trabalhei como um Diretor por 14 anos. Após o nascimento da minha segunda filha eu deixei de ensinar e passei uma estadia na casa da minha mãe durante três anos. Durante este tempo eu guiei grupos de meditação guiados, fiz treinamento de cura com o reiki e comecei minha página no Facebook despertando . Eu sou clarividente, Trabalho com o tarô há 25 anos. Eu sempre, instintivamente, entendi que este mundo estava sendo dirigido por um pequeno grupo de homens. Sou um católico em recuperação, experimentei meu despertar espiritual depois de quebrar minha perna há três anos. A percepção de que a mecânica quântica é única, isso mudou a minha vida. Eu agora sou escriotr, trabalho como um curandeiro espiritual usando o reiki, cristais e cartas de tarô como semente das estrelas e participo em seminários locais de cura.


escritor convidado de In5D.com


Fonte : In5D