quinta-feira, 9 de junho de 2016

NAÇÃO HOPI - O POVO PACÍFICO





Junho 09, 2016








Os HOPI são uma nação nativa norte americana dos Estados Unidos da América que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, com 1,5 milhões de acres (6000 km²), que está rodeada pela reserva Navajo. Alguns Hopi vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no oeste do Arizona. 

A aldeia Oraibi , também referida como Old Oraibi, é uma aldeia indígena HOPI na área do município de Navajo County, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, na parte nordeste do Estado. Conhecido também como Orayvi pelos seus habitantes nativos, e que está localizado na Third Mesa local da Reserva indígena HOPI perto de Kykotsmovi Village. Não há um censo ou estimativas precisas para o total da população atual da aldeia. 




Oraibi foi fundada pouco antes do ano 1100, se tornando uma das mais antigas povoações habitadas continuamente dentro dos Estados Unidos. Os arqueólogos especulam que uma série de secas severas no final do século 13 forçou os peles vermelhas HOPI a abandonarem várias aldeias menores na região e se consolidarem dentro de alguns centros populacionais maiores. 

Como Oraibi foi um desses assentamentos sobreviventes, a sua população cresceu consideravelmente, e se tornou populosa e o mais influente dos assentamentos HOPI. 

Estima-se que em 1890 a aldeia tinha uma população estimada em 905 habitantes, quase a metade dos que havia em 1824, que se estimava viverem em todos os assentamentos dos Hopi na época.

A aldeia Oraibi permaneceu desconhecida para exploradores europeus até cerca de 1.540, quando o explorador espanhol Don Pedro de Tovar (que fazia parte da expedição de Coronado) encontrou a civilização dos HOPI enquanto procurava as lendárias Sete Cidades de Ouro. 

O contato com os europeus permaneceram (e foram evitados enquanto possível) escassos até 1.629 quando a missão San Francisco estabelecida na aldeia. Em 1680, a Revolta Pueblo resultou em diminuição da influência espanhola na área e a cessação da missão dos jesuítas. As tentativas posteriores para restabelecer as missões em aldeias HOPI foram recebidas com repetidas falhas. A primeira (Old Oraibi) missão criada pelos jesuítas ainda hoje é tida como um grande fracasso. Sua cultura é uma das que mais resistiram à influência da colonização.






CULTURA E TRADIÇÕES


Este antigo povo da raça vermelha (descendente dos atlantes) continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado que a maioria dos outros nativos americanos. 

A religião dos HOPI é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protetor do Mundo. Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra. 

O termo Hopi significa pequeno, humilde, bom, pacífico, e é uma forma abreviada do nome que esses povos chamam a si mesmos, Hopituh Shi-nu-mu, "O povo pacífico". Hopi é um conceito profundamente enraizado em sua religião, cultura, espiritualidade e em seu ponto de vista da moral e da ética. Para ser aceito no conceito Hopi é preciso um esforço que envolve um estado de total reverência e respeito por todas as coisas, de estar em paz com essas coisas, e viver de acordo com as instruções do Maasaw , o criador ou o zelador do Terra.  

Sua tradição diz que quando foram criados possuiriam vida eterna e viveriam como um espiritualmente. Porém desobedeceram às leis desta vida e foram castigados com as doenças que os tornaram mortais. Afirmam que sua história provém de uma sucessão mundos que tiveram fim sempre que a humanidade se esquecia do plano de Maasaw, o zelador. 





Os Hopis sempre viram a sua terra como sagrada, tornando a agricultura algo muito importante, o milho é o principal cultivo, possuindo mais de 24 variedades. Cultivam ainda com sucesso feijão, abóbora e diversas frutas em uma paisagem que parece inóspita para a agricultura. As peças de cerâmica são importantes em seu artesanato e também são ótimos tecelões e ourives.

As lendas e ensinamentos dos Hopis se relacionam com importantes eventos que datam de épocas muito antigas, marcando sua cultura como uma das mais antigas da história documentada. É um povo profundamente religioso que vive pela ética de paz e boa vontade.




A religião é vida para os Hopi e a maioria das cerimônias é relacionada às chuvas. A instrução na religião Hopi começa cedo e as crianças recebem bonecos, os Kachinas, que não servem só para brincar, mas para se lembrarem de seus mestres, que dizem ter vindo das estrelas. 

Tradicionalmente, os Hopis são organizados em clãs matrilineares. Quando um homem se casa, os filhos da relação são membros do clã de sua mulher, no entanto são as mulheres do clã do pai que escolhem seus nomes no vigésimo dia após o nascimento. Dos nomes presenteados ao bebê, os pais escolhem qual destes será utilizado. 





Na cultura Hopi os rituais são extremamente importantes sendo mantidos desde os tempos mais remotos, na cerimônia os Kachinas, um povo que vive em uma montanha próxima e possui um grau espiritual elevado, colocam mascaras e adentram nas aldeias Hopis executando danças ao redor de fogueiras e das casas, cada ser mascarado representa um espírito de um bondoso antepassado que vem saudar a tribo, eles somam um total de 335 personagens, cada um com uma mascara única formando um magnífico ritual. Após abençoarem a vila com a garantia de chuvas e fartas colheitas eles retornam a montanha e só regressam no ano seguinte para um novo ritual.





COSMOLOGIA

Possuem uma cosmogonia que em tudo se assemelha a concepções que parecem repetir-se por todo o planeta, fato indicativo de que, de algum modo, toda a Humanidade recebeu as suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido ao longo do tempo pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.

Os HOPI também acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo (Em tudo semelhante à cultura hindu dos Vedas). 

O Primeiro Mundo continha as primeiras pessoas e foi inicialmente um universo puro e feliz. Foi destruído pelo fogo. O Segundo Mundo foi destruído pelo gelo e o Povo Escolhido sobreviveu para iniciar o terceiro mundo. Por terem usado mal sua inteligência, o Terceiro Mundo foi destruído pelas enchentes, mas os puros foram salvos e flutuaram para terra firme, para o quarto mundo.

De acordo com os Hopis, a humanidade está no Quarto Mundo, que provou ser duro, com desertos, pântanos, montanhas e clima violento. Os Hopis dizem que este mundo está agora terminando, que o Quinto Mundo já começou e que no total serão sete mundos.



Existe uma rocha saibrosa num penhasco perto de Second Mesa, que pertence à reserva Hopi no Arizona. Neste penhasco está gravada uma imagem do nosso passado, presente e futuro. Este local é mais comumente conhecido como a rocha da profecia Hopi. Nela, vê-se o desenho de uma figura humana, sustentando duas linhas, uma delas (a de cima) com quatro figuras humanas, terminando em uma escada ascendente. A linha debaixo conta com outras representações e outra figura humana. De acordo com algumas representações, a figura que sustenta a linha seria o “Grande Senhor do Tempo”. Enquanto a linha superior representaria o mundo da razão, e a inferior o mundo da intuição. Este gráfico representaria a transição entre o quarto e o quinto mundos; ou seja, o principio de uma nova era. 



A profecia desta rocha descreve dois tipos de caminhos: o caminho daqueles que pensam preferencialmente com a cabeça (intelecto) e o daqueles que pensam mais com o coração (que compreendem a beleza e a sacralidade de toda a vida universal). Para os Hopis o primeiro caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério esquerdo do cérebro, privilegiando o pensamento analítico, enquanto que o segundo caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério direito, servindo-se mais do pensamento intuitivo. 

O homem moderno tem pouco (ou nenhum) equilíbrio porque vive numa sociedade em que o hemisfério esquerdo do seu cérebro é o dominante. Atualmente damos mais ênfase ao raciocínio analítico e menos importância à intuição e aos sentimentos.

A profecia da rocha mostra um entroncamento no qual todas as pessoas vão ter de fazer uma escolha, ou continuam a pensar apenas com a cabeça ou decidem começar a pensar mais com o coração (o quarto Chakra, o Anahata, um centro do amor incondicional pela vida).

Se escolherem o primeiro caminho, isso irá guiá-las à autodestruição, mas se escolherem pensar com o coração, então gradualmente regressarão ao estilo de vida natural (e pelo respeito à Mãe Terra e a sua natureza) e sobreviverão.





OS HOPIS E O TIBET

Aparentemente, os hopis têm uma relação espiritual muito forte com o Tibete e o Dalai Lama visita a sua reserva com frequência. 




Diz-se que, da primeira vez que ele ali chegou, os velhos hopi o saudaram: "Bem-vindo ao lar". Os hopis consideram-se parentes de todas as raças, mas especialmente dos tibetanos e há uma profecia hopi que diz que o seu povo e os “homens-vestidos-de-vermelho” do outro lado do oceano serão reunidos como irmãos. Por outro lado, uma profecia tibetana diz que “quando o pássaro-de-ferro voar e os cavalos correrem sobre rodas, o povo do Tibete espalhar-se-á pelo mundo e a sabedoria do Buddha chegará aos “peles-vermelhas” do outro lado do oceano”.

Para os Hopis, o povo tibetano é um irmão e que um dia se unirão. Uma nota interessante é que o Tibete é exatamente do lado oposto do planeta a partir da Reserva Hopi. Outro fator impressionante é que a palavra tibetana para "sol" é a palavra Hopi para "lua" e, a palavra Hopi para "sol", é a palavra tibetana para "lua".

O caminho dos Hopi é de paz. Tudo na vida diária é parte de sua religião e sua crença é ajudar outros a melhorar a sua vida.






ORIGEM

Ao que tudo indica, a linguagem dos hopi foi mais estudada que suas lendas. Por meio desses estudos, se percebeu que eles possuem um sentido de tempo completamente diferente do que se conhece, além de não apresentarem uma diferença nítida entre o que é experimentado e o que é sonhado. Os sonhos fazem parte da realidade hopi. Mas o que realmente chamou a atenção dos pesquisadores do povo Hopi foram as narrativas sobre suas origens.

Conforme acontece com os Maias e os Astecas, também a história dos Hopis registram quatro eras do mundo, com a era atual figurando em quarto lugar. Eles indicam a origem de sua civilização, milênios atrás, num continente a que chamam de Kaskara, localizado no oceano Pacífico, e que, começou a submergir devido a uma guerra de grandes proporções envolvendo outros continentes do planeta. 



Os nativos desse outro país começaram a se expandir e a conquistar novas terras, atacando Kaskara ante a oposição desta ao domínio, e o teriam feito com armas nucleares potentíssimas.

O que restou de Kaskara eram apenas os picos mais altos de suas montanhas, hoje conhecidos como as ilhas dos Mares do Sul (o que levou vários pesquisadores a levantar a hipótese de Lemúria). Os hopis foram obrigados a emigrar, a procurar outras terras, e nisto tiveram a ajuda dos katchinas. Para os Hopis, os katchinas eram "sábios ilustres, muito estimados", uma elite com a qual sua gente sempre estivera em contato; teriam sido seres corpóreos, do planeta Toonaotekha, muito distante do Sistema Solar terrestre, e teriam visitado a Terra de tempos em tempos. 

Os hopis – uma parte do povo que habitava esse continente – foram levados pelos Kachinas em “escudos voadores”, “pássaros gigantes” e navios de vários tamanhos.



Isso nos leva a comparar tal mitologia com aquelas das epopéias hindus, descritas em obras como o Ramayana, Mahabarata e Bhagavad Gita, de milhares de anos, que se referem a armas nucleares de grande poder de destruição, usadas por tripulantes de naves celestiais chamadas de vimanas.

De qualquer forma, durante o conflito entre os nativos do outro país e os habitantes de Kaskara, aqueles que foram selecionados para sobreviver e serem salvos para o mundo seguinte foram colocados “embaixo do escudo”(sob proteção), na linguagem HOPI, de modo que os projéteis inimigos não os acertassem, visto terem sido escolhidos por razões superiores – os projéteis eram destruídos no ar.

Este fato teria marcado o fim do terceiro mundo e o começo do que seria o quarto (o nosso mundo atual).

Estas misteriosas figuras já eram conhecidas há bastante tempo. Desde o primeiro mundo os humanos estavam em contato com os Katchinas, palavra que pode ser traduzida por “veneráveis sábios”. Eram seres visíveis, de aparência humana e que nunca foram tomados por deuses. Eram vistos somente como seres evoluídos, com conhecimento e potencial superiores aos humanos. Eram capazes de se locomover pelo ar em velocidade gigantesca ou aterrissar em qualquer lugar.



Desenhos de dois tipos de Katchinas descritos pelos HOPIs e que se assemelham, e muito com a descrição que os Maias da América Central fazem de Quetzalcoatl (Um viajante do espaço, oriundo do planeta Gracyea), um super homem, que como o Katchina HOPI também vinha dos céus.



Os hopi têm registradas as passagens históricas em pinturas em rochas, que eles sabem interpretar com facilidade. 

Outra parte do povo do continente foi levada para a América do Sul e Central. Os grupos se dividiram, estabelecendo-se em várias partes do continente. Alguns pesquisadores vêem nos hopi os antepassados de maias, astecas e incas. Eles falam de uma cidade antiqüíssima a que chamam de Paltquapi – e que é tida como a Palenque atual e dos maias – onde várias ciências eram ensinadas pelos Kachinas. A decadência iniciou quando os Kachinas foram embora. Um fato que causou espanto dos pesquisadores da cultura Hopi, foi a reação de imensa alegria dos hopi do Arizona quando viram fotografias da cidade Maia de Tikal, uma vez que identificavam os sinais de seu clã e sua história. 



Os hopis têm uma rica tradição relacionada a criação da terra e seus ciclos de desenvolvimento, decadência e fim, além de um repertório riquíssimo de histórias em que homens especiais vieram do espaço em naves resplandecentes, tendo com eles convívio e experiências que lhes marcaram profundamente.

Na cultura hopi, cuja a língua revela intima relação com a de outros povos pré-colombianos, a cosmogênesi se mostra muito próxima das concepções de determinados povos nativos o que parece definitivamente comprovar, que de alguma forma, a humanidade recria suas tradições, sob pequenas variações de uma fonte comum.

Para os Hopis, Maasaw, o grande criador do planeta terra, é uma entidade divina que veio das estrelas. Os Maias e Incas, também se referem a seus criadores, como seres vindo das estrelas.






KACHINA - A ESTRELA AZUL

O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando esta tradição que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções - seja planeta, asteroide ou cometa - produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. 

Este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a ideia de uma punição, de um karma negativo a ser resgatado, prevendo que uma estrela azul virá coroar uma sequência de nefastas ações perpetradas pelos homens: irá acontecer uma guerra e esta será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Somente os Hopi, ou os Pacíficos, serão poupados, restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.

Os sinais que anunciam o grande final já estão ocorrendo há algum tempo e são igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela Humanidade. 

Os Hopi, assim como outros povos, foram salvos de um grande dilúvio no passado e estabeleceram um acordo com o Grande Espírito (O Criador) em que nunca se separariam dele. Então ele fez um conjunto de tábuas de pedra sagradas chamadas Tiponi nas quais inseriu os seus ensinamentos, profecias e avisos.

A profecia mais persistente e confirmável é uma que foi dada nos tempos antigos pelos Anciães Hopi. Esta profecia foi passada através da tradição oral e pela referência às tábuas antigas. Os anciões revelaram que haveria nove Sinais antes que surgisse o 5º Mundo. Este seria um mundo de paz e de abundância - uma Nova Terra. 

De acordo com Pena Branca, um Hopi do antigo Clã dos Ursos, a profecia se realizaria assim:




"Este é o Primeiro SinalFoi-nos dito da vinda dos homens de pele branca, como Pahana, nosso perdido Irmão Branco das Estrelas. Mas estes homens não viverão como Pahana, eles serão homens que tomarão a terra que não é deles e os homens que atacarão os seus inimigos com o trovão (armas).”

"Este é o Segundo Sinal: As nossas terras verão a vinda das rodas cheias de vozes. Na sua juventude, o meu pai viu esta profecia realizar-se com os seus olhos – os homens brancos que trouxeram as suas famílias em vagões pelas pradarias.”

"Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo com grandes e longos chifres assolará a Terra em grande número. Estes Penas Brancas viram com os seus olhos – a vinda do gado de longos chifres dos homens brancos.”

"Este é o Quarto Sinal: A Terra será atravessada por cobras de aço – os caminhos-de-ferro".

"Este é o Quinto Sinal: A Terra será atravessada por uma rede de aranhas gigantes – energia eléctrica e linhas telefônicas".

"Este é o Sexto Sinal: A Terra será atravessada por rios de pedra que fazem imagens – auto-estradas com miragens causadas pelo Sol".

"Este é o Sétimo Sinal: Vocês ouvirão o mar se transformar em negro e muitas coisas vivas morrerão por causa disto – derramamento de petróleo nos oceanos".

"Este é o Oitavo Sinal: Vocês verão muitos jovens que usam cabelos longos como a nossa gente. Eles virão e se juntarão às nações tribais, para aprenderem novos modos e sabedoria – os hippies nos anos 60 e 70.”

"E este é o Nono e Último Sinal: Vocês ouvirão uma residência nos Céus, acima da Terra, que cairá com um grande estrondo. Aparecerá como uma Estrela Azul. Logo depois disto, as cerimônias do meu povo cessarão".



"Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está a aproximar-se. O mundo balançará para lá e para cá. O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras, com aqueles que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumo e fogo, como Pena Branca viu o homem branco fazer nos desertos, não muito longe daqui. Só os que virão causarão doença e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. Esses que ficarão e que vão morar nos lugares onde mora o meu povo estarão seguros. 

Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana (significa irmão branco desaparecido, esta lenda do Pahana parece estar intimamente relacionada com os Aztecas e a história de Quetzalcoatl, assim como outra lendas da América Central) voltará e trará com ele o amanhecer do Quinto Mundo. Ele plantará as sementes da sabedoria nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão sendo plantadas. Isto abrirá o caminho para o aparecimento do Quinto Mundo”.

O retorno da Estrela Azul Kachina iniciará um período de grande purificação, um período em que a Terra será purificada e limpa da negatividade, em preparação para o surgimento do 5º Mundo (“virá quando Saquasohuh - estrela azul - Kachina dançará na praça e removerá a sua máscara”).





TRANSCRIÇÃO DO TEXTO HOPI:

“Quando a Estrela Azul Kachina fisicamente aparecer em nosso céu significará que estamos no fim dos tempos... Nos dias finais, olharemos para cima, para nossos céus e testemunharemos o retorno dos dois irmãos que ajudaram a criar esse mundo, no tempo do nascimento. 

Poganghoya é o Guardião do Polo Norte e seu Irmão Palongawhoya é o Guardião do Polo Sul.

Nos dias finais, a Estrela Azul Kachina virá ficar com seus primos e eles retornarão a Terra para a sua rotação natural, que é do oeste para o leste.

O retorno da Estrela Azul Kachina, que também é conhecida como Nan Ga Sohu, será o alarme que nos avisará da chegada de um novo dia, uma nova forma de vida, um novo mundo. É quando as mudanças começarão. Elas começarão como fogo que arde dentro de nós, e seremos queimados por desejos e conflitos, se não nos lembrarmos dos ensinamentos originais, e retornarmos para um modo de vida pacífico.

Não muito atrás dos gêmeos virá o Purificador - O Katchina Vermelho, trazendo o Dia da Purificação, neste dia da Terra, suas criaturas e toda a vida como a conhecemos mudará para sempre.

As mensagens serão encontradas escritas em pedra viva, nos grãos sagrados, e até mesmo nas águas (Crop Circles foram encontrados no gelo). Do Purificador sairá uma grande Luz Vermelha. Todas as coisas mudarão sua maneira de ser. A toda criatura viva será dada a oportunidade para mudar, da maior até a menor criatura. Aqueles que retornarem para os caminhos dados nos ensinamentos originais e viverem um modo de vida natural não serão tocados pelo Purificador que virá. Eles sobreviverão e construirão um novo mundo. Somente na vontade dos antigos ensinamentos há a capacidade de compreender as mensagens que serão encontradas. É importante entender que essas mensagens serão encontradas em todas as coisas vivas, mesmo dentro do nosso corpo, ou dentro de uma gota de nosso sangue. Todas as formas de vida receberão mensagens dos gêmeos… 

Aqueles que voam nas planícies, até mesmo o coelho. Com o aparecimento dos gêmeos começará um período de sete anos que será nossa última oportunidade para mudar nossos caminhos. Tudo o que experimentamos é uma questão de escolha. 

Quando o Purificador vier, nós os veremos primeiro como uma pequena estrela vermelha, que chegará cada vez mais perto e ficará nos céus nos observando. Observando para ver o quanto nos recordamos do ensinamento sagrado.

Esse purificador nos mostrará muitos sinais milagrosos nos céus. Dessa maneira saberemos que o Criador não é um sonho. Mesmo aqueles que não estejam conectados ao espírito verão a face do Criador nos céus. Coisas invisíveis serão sentidas fortemente. Nenhum ser vivente ficará intocável aqui ou nos céus. O caminho para atravessar esses tempos deverá ser encontrado em nossos corações, e reunindo com nosso ser espiritual. Tornando-nos simples e voltando a viver com e sobre a Terra e em harmonia com suas criaturas. Lembramos que somos os cuidadores, os guardiões do fogo do Espírito. Nossos pares das estrelas estão voltando para casa para ver como nos saímos em nossa jornada."






As profecias Hopi revelam que, no dia da purificação, “a Terra, suas criaturas, e todas as formas de vida que conhecemos serão modificadas para sempre” e que “a cada pequeno ser será dada a oportunidade de mudar, da maior à menor das criaturas”. A profecia diz que “o caminho a percorrer durante estes tempos deve ser procurado em nossos corações, e no reencontro com seu ‘ser’ espiritual”.

Desta maneira, considere o quão reconfortante é saber que a nossa realidade como a conhecemos – inconsciente, blindada pelo véu que nos foi colocado à milênios atrás, nos desconectando da chama divina – será (como nos foi prometido) transformada. Os astros nos ajudam a trilhar este caminho, que nos permitirá uma reconexão com o universo, com a chama divina, e voltar à consciência… e essa escolha é toda nossa!



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